Esses são os dias em que acredito em mim mesma, em que me sinto independente de todos, digo, de seus pensamentos. Basta olhar dentro de mim, basta perceber que sou dona do que penso e faço, manipular-me a acreditar nas boas coisas, ser Pollyana por alguns instantes.
E por um momento sentir-me bem, esquecer dos arredores, dos loucos que me olham, em minha visão jamais eu serei a louca. Sorrir para o nada, para os pássaros, desconhecidos, quando de fato, sorrio para mim mesma.
Apreciar as pequenas coisas, ainda que ninguém possa compartilhar isso comigo, alegrar-me ao escutar uma música ou quando cometo minhas usuais catástrofes. Encontrar um amigo e contar todas as besteiras de minha cabeça ou a um desconhecido, sem esperar que me compreenda.
Acreditar que sou alguém interessante, ao menos a mim mesma, ser capaz de me surpreender com meus bons atos.
Descobrir que as melhores conversas, as melhores pessoas são aquelas que não esperamos que sejam, que escondem-se sob a timidez ou falam infinitamente sem revelar-se.
Ser uma boa amiga quando pedem para que seja, possuir minhas crenças, acreditar que elas são a verdade, tentar escondê-las sem a necessidade de convencer alguém a escolher os mesmos caminhos que eu.
Aceitar as diferenças, sem precisar mudar, escolher os semelhantes, rir ao lado deles e fazer deles minha companhia.
Trocar informações, conhecer novas culturas e pessoas. Não depender de outros, andar sozinha, então, antes que perceba estarei cercada de boas pessoas.
E no fim, tudo se resume a mim mesma: a meu desejo de sorrir e de ser feliz. A minha luta para fazê-lo acontecer.
Adoreei esse texto, vo coloca no meu blog, depois ve la =p Maryam aqui
ResponderExcluiradorei seu texto, lindo mesmo!! Estou te seguindo aqui, obrigada pelo comentário! Beijos e bom fim de semana.
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