quarta-feira, 7 de setembro de 2011

e se a gente decidisse mudar?

Ninguém te contou, contou? Sobre a inspiração de ontem à noite? Aquela contida que não te falei e minha mente arquivou? ok,ok.
Sei que você não está implorando para saber e não aprecia meus devaneios solitários, mas sou como sou, entenda-me: não posso carregar arrependimentos por ter escondido.
Que tal um sorvete sexta-feira? Duas bolas de creme para mim e a tradicional de pistache para compartilhar. Podemos jogar fanta uva dentro do pote e realizar nosso sonho de criança, para ser diferente. E aquele assunto.
A gente podia brincar de telefone sem fio: eu sussurro e se você não gostar, finge que não entende. Somos crescidos demais para isso.
Sabe como sou: envergonhada, fechada e orgulhosa, odeio o silêncio de fim de papo. E todo meu esforço por uma conversa descontraída, sem preocupar-me com formalidades.
Você já leu Meg Cabot? Quando tinha 12 anos, quem sabe? Macho demais para essas baboseiras, eu sei. Não gosto mais de seus livros, a temática da mocinha cujo nome é escrito com dois eles que é apaixonada pelo popular e termina com o cara estranho ou o melhor amigo (seu verdadeiro amor!) me cansou. Não leia, tente Nicholas Sparks se um drama for bem vindo, mas não espere nada fenomenal.
Desculpe, desviei-me do tópico, uma coisa lembra outra. Aquele assunto? Aposto que não consegui despertar a curiosidade, esperaria tranquilamente. Mas minha mente implora para que te conte.
Outra noite, eu tive um sonho. Não existia eu ou você, era só euevocê, assim, tudo junto. Estranho. Esquisito. Engraçado. Podemos rir juntos e encontrar outros adjetivos que começem com e. Dizem que os sonhos são o subconsciente em ação.
Enfim, conversamos sexta na sorveteria. Ah, talvez esteja na hora de escolher um novo sabor de sorvete para compartilhar.


(Tão cru quanto poderia ser, uma tentativa de mudar de estilo. - C. )

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